Segurança não é feature premium.
Alguns vendors de auth escondem MFA, audit logs ou SSO atrás de plano enterprise. A gente não. Por que a Authaz cobra por volume — e só repassa os custos que devemos lá em cima.
Notas de engenharia, decisões de produto e guias práticos do time que constrói o Authaz. Foco no que funciona, escala e permanece seguro.

Todo backend emite Bearer token e API key para auth entre máquinas. Bem menos gente emite mTLS. O que mTLS realmente adiciona, quando compensa o peso, e o que o Authaz emite — access tokens vinculados a certificado (RFC 8705), API keys de admin vinculadas a mTLS, e uma CA de workload por tenant.

Alguns vendors de auth escondem MFA, audit logs ou SSO atrás de plano enterprise. A gente não. Por que a Authaz cobra por volume — e só repassa os custos que devemos lá em cima.

A maioria dos engenheiros emite JWT assinado e chama isso de auth. Às vezes a resposta certa é JWE — criptografado, não só assinado. A diferença, quando cada um importa, e o que o Authaz emite por padrão.

Como authaz.yaml + authaz apply substituem cliques no dashboard por config versionada — mesma forma que manifests do Kubernetes, com ETag protegendo contra dois engenheiros se atropelarem.